sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Sexto Olho - Ayahuasca - Enteógenos - Malha de Controle



Glândula Pineal - Terceiro Olho


A palavra Ajna vem da raiz sânscrita que significa “o saber, o obedecer ou o seguir”. Literalmente, Ajna significa Comando ou Acompanhamento.

Ajna significa também “Terceiro Olho” (sânscrito: Ājña, [a:ɟɲʌ]) é o sexto chakra de acordo com a tradições Hindus e do Yoga.

Situa-se no "ponto entre as sobrancelhas". Está ligado a capacidade intuitiva e a percepção sutil. Quando bem desenvolvido, pode indicar um sensitivo de Alto Grau. Se enfraquecido, aponta para um certo primitivismo psico-mental ou no aspecto físico, uma “Tumoração Craniana”.
Em profundo estado de meditação, não existem as experiências empíricas de “nome e forma”, “sujeito e objeto”, onde a luz da mente é extinta e a consciência não se limita, permanecendo apenas a consciência do “NÃO EGO”. A maioria de nós não consegue perceber esta situação, pois os nossos problemas estão apenas na "Esfera Mental", ou seja, dispersão da mente, preocupações, ansiedade, agitação, cansaço mental, etc ...

Estamos falando da "Glândula Pineal" ou Epífise Neural que é uma pequena glândula endócrina localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios. A glândula pineal recebe sua inervação simpática do gânglio cervical superior. No entanto, também está presente uma inervação parassimpática proveniente dos gânglios esfenopalatinos e ÓTICOS, ou seja, é “ramificada” de nervos exatamente como os nervos óticos, e tem em sua constituição, Cristais de Apatita. Tem esse nome, pois de fato se assemelha a uma Pinha.
René Descartes (século XVII), afirmava que nela se situava a "Alma Humana" - um órgão com funções transcendentais. De acordo com Jacob Liberman, (autor de Light, the Medicine of the Future) parece um olho, e em certos aspectos, é literalmente um globo ocular.

David Wilcok um cientista instintivo e intuitivo dos mais inspirados e brilhantes atualmente concluiu em suas analises ao estudar a fundo esse tema, que o interior da G. Pineal está completamente coberta de “cones de luz” e “barras”, igualzinho a retina dos 2 outros olhos. Esses “cones e barras” permitem receber "áudio e vídeo", e é responsável pela nossa imaginação. É considerado o OLHO da mente.

Fisicamente, na ausencia de luz ou simplesmente quando fechamos os olhos, a G. Pineal segrega uma substância química chamada “Melatonina”. Isso faz com que a G. Pineal gere literalmente umCampo Magnético a sua volta. Uma vez despertada, proporciona acesso ao chamado lado Astral (Sonho) que nos permite o acesso ao conhecimento Universal, ou seja, a todo conhecimento disponível. É o vínculo do Espírito encarnado na matéria (vide Árvore da Vida – Cabala).

Pra se ter uma idéia, D. Wilcok comenta que proporcionalmente a G. Pineal possui mais fluxo sanguíneo do que qualquer outro órgão do corpo humano. É nela que se concentra a maior quantidade de energia do nosso corpo. Quando se produz esse Campo Magnético ao redor da G. Pineal, esse campo funciona como um "escudo" que bloqueia qualquer interferência eletromagnética do exterior, ou seja, as ondas de rádio, celular, etc, pois estas interferências nos dão sempre um ponto de referência no “Espaço-Tempo”(3D) e esse bloqueio faz com que se ABRA a porta do TEMPO-ESPAÇO (outras D). (Ativação da Kundalini).


Segundo D. Wilcok seria como um motor de um carro arrancando. [Vruumm...rs].

Se trata de um “mecanismo” de carga ou descarga eletromagnética que ativa o Campo Magnético como um “escudo” que protege a “água” de dentro da G. Pineal. É necessário um estado de tranquilidade profunda (Meditação) para conseguir ativa-la dessa forma. E se por acaso sentir uma dor de cabeça, significa que há algum tipo de bloqueio psicológico do qual a maioria nem tenta fazê-lo, pois se auto-titula como incapaz e/ou está cheio de PRÉ-conceitos e complexos. O fato de não compreender que somos seres “divinos” e que estamos conectados a TUDO, culmina nesse não acesso. Ou seja, você CRIOU essa realidade segundo sua consciência. É preciso então, libertar-se dos preconceitos e simplesmente aceitar a si mesmo.
Entretannto, não só por desuso, mas também por motivos fisícos como o “envenenamento” de nosso meio ambiente e alimentos, estamos literalmente “Atrofiando” nossa G. Pineal. Em virtude disso, ao longo do tempo (bastante tempo) se “calcificou” e diminuiu seu tamanho, tornando-a "débil".




É por isso que ELES (Illuminatis – Negativos – Reptilianos), dê o nome que você quiser, criaram todos os nossos Sistemas (Financeiro, Político, Religioso etc, mídia e entretenimento - Faustão, Gugu etc...Aff..!!!) para que nós não a usássemos (Não usássemos a Glândula Pineal). Em consequência disso, temos todas as Enfermidades da humanidade, pois são sintomas de nossas perspectivas, a forma como vemos o mundo, ou seja, a CAUSA somos nós mesmos “mergulhados” na ignorância. A nossa mente cria nossa realidade. Toda a sua realidade é reflexo do que você acredita ser real. Tudo o que você sabe, todo seu conhecimento, é VOCÊ. Portanto, ACORDE!!! Saia dessa "MATRIX" !!!

O ouvido humano possui o melhor sistema de segmento auditivo entre todos os seres vivos do planeta. O Tímpano do nosso ouvido está posicionado em um determinado ângulo no qual proporciona uma forma de audição em 3D. E portanto possuimos um “mecanismo” HIPERDIMENSIONAL ÚNICO. Os lóbulos do nosso tímpano possuem a MESMA inclinação que a da grande Pirâmides do Egito (52º). São como planos em sua cabeça igual a um “Tetraedro”.



Ao deitar-se, sobrepondo um Tetraedro em nossa cabeça, percebe-se que geometricamente a G. Pineal irá posicionar-se bem ao CENTRO da Pirâmide. E o “Terceiro Olho” é o centro geometrico


Portanto, a Glândula Pineal, quanto mais se calcifica mais dificultará nosso acesso à Espiritualidade, significando o PREÇO/PESO do materialismo na humanidade. Num é a toa que o 666 bíblico, é uma “marca na testa" e na mão direita. A "marca na testa" é a calcificação da G. Pineal e seu desuso, nos tornando ignorantes espiritualmente e apegados a materialidade. A mão direita no Gnosticismo significa Luxúria e Ego. E por isso que na bíblia diz: ...“Satanás se encontrava, à mão direita de Josué, e o Faraó colocou José à sua mão direita para governar”... Pensando nisso, DEDUZI de forma simples: O lado esquerdo do cérebro controla os movimentos do lado direito do corpo, certo?!! Ou seja, o lado esquerdo do cérebro é o responsável pelo raciocínio lógico, linear e analítico, relacionado com a análise objetiva, desapaixonada e calculista. BINGO!!! De fato o mundo é puramente governado pelo lado esquerdo do cérebro. A ignorância dos apegos ao mundo físico como única realidade.

O corpo humano é um "organismo eletro-químico". Se você o desestabiliza elétrica e quimicamente ele deixará de funcionar em sua capacidade plena, e parte fundamental dessa capacidade é a agudeza, equilíbrio mental e emocional, que gera o "balanço", o equilíbrio bioquíco. Quanto mais absorvemos poluição química, elétrica e interferências eletro-magnéticas, mais estaremos impedindo que se desenvolva e se manifeste todo potêncial em perspicácia de pensamento e estabilidade emocional. A quantidade de "lixo" que existe nos nossos alimentos indústrializados, são verdadeiros coquetéis químicos.
Aspartame, Flúor, ondas de Rádio, wi-fi, Vacinas etc, etc...

Flúor é uma Toxina Oxidante. Oxida as células do cérebro, destrói e suprime o pensamento. A primeira vez que se usou Flúor na água, foi nos campos de concentração dos Nazistas, para que pudessem manter as pessoas submissas.

Todo esse “arsenal” químico é uma parte da estratégia utilizada por ELES para conseguirem implementar sua forma de controle, sua "AGENDA".

David Wilcok: “Os controladores mundiais (illuminati) existem e devemos nos informar sobre eles, mas não os devemos alimentar com os nossos medos, raiva, etc. Devemos reconhecer nossos próprios grandes poderes. A individualidade é uma ilusão, tudo está interconectado. Sua consciência interfere com a sua biologia. Medo/raiva suga energia de você (manda pra fora) e amor/agradecimento aumenta a energia (manda para dentro) em você, com reflexo direto na sua biologia. A consciência pode curar o corpo. Confie na sua intuição, na sua voz interior. O mais importante no caminho espiritual é tomar a decisão de fazer algo e escolher entre as opções possíveis. A decisão pode ser correta ou errada; se errada, você terá aprendido algo. O que importa é o conhecimento tirado da experiência. O auto-respeito (amor a si mesmo) é o ponto central para se livrar dos vícios. Na vida tome alguns riscos e seja otimista: não haverá uma catástrofe (no futuro), haverá um renascimento....”

A glândula pineal é uma fonte de componentes psicodélicos que são produzidos sob certos estados mentais e físicos esse minúsculo órgão — o “assento da alma” que está localizada no centro do nosso cérebro é declaradamente a glândula que facilita a produção de substâncias poderosas.

Ela aparece no embrião humano aos 49 dias de gestação, 49 dias também é o tempo que os monges tibetanos afirmam que uma alma demora para reencarnar, o que de fato é uma coincidência muito interessante, assim como o sexo é definido aos 49 dias da gestação.
Em estudo sobre as propriedades químicas da glândula descobriu-se que ela é capaz de produzir um composto chamado (Dimetriltriptamina) ou DMT é o psicodélico mais poderoso do mundo!
É como um primo químico da serotonina, e um químico do tipo que é intensamente psicodélico. É como se a glândula tivesse todos os precursores, enzimas e blocos construtivos necessários para a produção de DMT.
Os hormônios como a adrenalina e a endorfina encontam-se em níveis extraordinariamente altos no momento da morte e por sua vez, talvez estimule a produção e saída de DMT da glândula pineal.
E então podemos conceber a consciência do indivíduo, a ponto de "morrer", sendo exposta a este grande relâmpago de DMT.
O estado alucinógeno, assim como o estado de sono, ou meditação profunda é um estado de desconexão temporal do corpo físico.
Remetendo a DMT como de estados de consciência alterados da realidade e, que, possivelmente constatariam uma nova realidade, uma realidade espiritual.

Os monges tibetanos falam, desse 3º olho, que havia sido o centro da clarividência e da intuição, e que no decorrer dos tempos se foi atrofiando, pelo qual era necessária sua recuperação. A existência da epífise ou pineal se conhece faz desde tempos remotos.

Galeno no sec. II escreveu que aos anatômicos gregos lhe havia chamado a atenção à situação particular dessa glândula, concluindo que servia de válvula para regular o fluxo de pensamento, que se creia armazenado nos ventrículos laterais do cérebro.
Descartes, no sec XVII, expressou que a pineal era a sede da alma racional. Para ele, as sensações percebidas pelos olhos chegariam a pineal, de que partiriam até os músculos, e que produziriam as respostas adequadas. Os estudos modernos demonstram neste, como em outros aspectos de seu pensamento a grande intuição do filosofo.Através de Chico Xavier, em 1943, no livro Missionário da Luz, “analisa a epífise como glândula da vida espiritual do homem. Segregando energias psíquicas, a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema endócrino, a mente, através de princípios eletromagnéticos do campo visual, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. As redes nervosas constituem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos...".
As substâncias fazem o DNA elevar o nível vibracional, da mesma forma acontece naturalmente essa conexão com a natureza, planetas, galaxias etc…


O DNA é a "internet cósmica" quanto maior a frequência de onda, mais harmônica é a nossa percepção do mundo. Ou seja, estamos obrigatoriamente sofrendo uma mudança de consciência, devido a essa mudança energética, que provém da Terra, da Galáxia e do Universo, refletindo assim nos seres vivos.

As pinhas foram sempre ocultamente associadas com a iluminação espiritual. Se olharmos para antigos babilônicos, egípcios, gregos cristãos etc. A pinha tem uma representação a misteriosa ligação entre o físico e o mundo espiritual, que pode ser encontrado no cérebro humano.
A pinha cresce formando padrões em sua estrutura como a energia que emana da consciência.

Os sumérios desenhavam esta forma de "pinha" justamente por sua similaridade, no Brasil o abacaxi em tupi-guarani, mais em castellano é piña e inglês pineapple é uma glândula que forma parte do epitálamo, de forma ovóide aplanada. A glândula pineal também faz outras potencialmente psicoativas, o beta-carbolinas. Estes compostos inibem a degradação da DMT por oxidases do corpo monoamina (MAO). Um dos exemplos mais marcantes de como o trabalho é beta-carbolinas da ayahuasca. Certas plantas que contêm betacarbolines são combinadas com outras plantas que contêm DMT para fazer esta poção psicadélica amazónica, que permite que o DMT para tornar-se activo por via oral.

O suco de Noni imita o secreção produzida pela glândula pineal, e age como um precursor, permitindo que o sistema funcione inteiramente. O suco de Noni tem uma cor escura, muito similar à melanina que dá a cor de nossos órgãos. Todos os lugares de nosso corpo que contém este pigmento será afetado pelo suco de Noni.
A parte traseira do olho tem uma área preta chamada o macula que é pigmentada com melanina. Aquela é a área em que a luz bate quando seu olho abre. Muitos povos têm problemas com cegueira porque não produzem mais essa cor bonita nesse ponto. Pacientes com problemas que tomavam regularmente o suco de Noni produziam mais pigmento nesta parte do olho e a vista deles começou a apresentar notáveis melhoras, muitos voltaram ao normal. Isto é, a cegueira inverteu-se.
Algumas plantas enterógenas, após minuciosos estudos de que não produzam mal algum fisicamente e psiquicamente ao individuo, estão sendo colocadas na lista de plantas de uso "proibido" com o único intuito de manter a alienação das massas em relação a essas outras formas de consciência e realidade.

Ayahuasca é um exemplo de como ativar totalmente a conexão com cosmo, nessa sintonia harmônica, através da ativação do 7º chakra. O princípio ativo dessa planta (Ayahuasca) é o DMT, substância essa presente na glândula pineal e quando ingerida ativa a conexão máxima que temos com o todo, ativando outras moléculas inativas do DNA.
Esse processo também é conhecido por salto quântico e se você está na busca do auto conhecimento e sabedoria, é fato que irá passar por isso.


São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que há em ti sejam trevas, que grandes trevas serão.(Mateus 6:22-23)"
Então somos todos culpados em potencial por nossos pensamentos!Entenda porque:
Ondas cerebrais!
Os encefalogramas ajudou nós os
seres humanos a descobrir as ondas alfa, as ondas cerebrais.
Esses sinais eletrônicos são produzidos pelas células piramidais de Betz.
Elas criam sinais eletrônicos de freqüência entre 0 a 30 Hertz
Todos os nossos pensamentos e estados mentais tem suas vibrações, essa as quais são emitidas e tendem a afetar a mente de outras pessoas por indução!

Vamos imaginar uma rolha oscilando numa piscina, essa cria ondas circulares. Imagine que a rolha é seu cérebro emitindo as cargas elétricas oscilantes na aguá formando as ondas eletromagnéticas que são irradiadas concentricamente. Se a seus pensamentos criam ondas e sabemos que existem pensamentos bons e ruins, negativo e positivo, então cabe indagar um povo que pensa maldades constantemente, medo que é jogado em nossos olhos pelas mídias de tv's e afins, medo de guerras, do seu vizinho, pensamentos obscuros etc.
Quais consequências quânticas essas essas ondas provocariam em nosso meio?

Desde tempos imemoriais que o homem sabe que lua tem influência sobre a vida na terra. O mar também não escapa a esta influência.
As marés são as alterações do nível das águas do mar causadas pela interferência gravitacional na rede eletromagnética do planeta conhecida como (Consciência terra) os pensamentos humanos em suas ondas fora de harmonia também influenciam em desastres ambientas!

De inicio não acreditava ser capaz pensamentos mudarem uma estrutura sólida, mais quando se liga as pontas tudo se encaixa, porque nada é sólido, Matéria não existe!
Aprendi isto ligando o budismo e ocultismo a mecânica quântica que perfeitamente se encaixam.
O corpo é constituído de matéria está matéria é um aglomerado de átomos, Cerca de 5% da matéria do universo é constituída de átomos o restante 95% é uma constituição ainda desconhecida! o átomo quando estudado afundo o núcleo atômico descobre que ele é apenas energia, está energia funciona em vários planos e dimensões ora na nossa dimensão ora fora dela, diria que como um corão batendo rapidamente, um ciclo que se atualiza na velocidade da luz completando seu giro pelas dimensões!
Se você não se deu por convencido que nossos pensamentos podem causar desastres, saiba que um estudo feito com animais indicam que estes sentem as frequências mentais por estarem mais voltados para a natureza.

De inicio não acreditava ser capaz pensamentos mudarem uma estrutura sólida, mais quando se liga as pontas tudo se encaixa, porque nada é sólido, Matéria não existe!
Aprendi isto ligando o budismo e ocultismo a mecânica quântica que perfeitamente se encaixam.
O corpo é constituído de matéria está matéria é um aglomerado de átomos, Cerca de 5% da matéria do universo é constituída de átomos o restante 95% é uma constituição ainda desconhecida! o átomo quando estudado afundo o núcleo atômico descobre que ele é apenas energia, está energia funciona em vários planos e dimensões ora na nossa dimensão ora fora dela, diria que como um corão batendo rapidamente, um ciclo que se atualiza na velocidade da luz completando seu giro pelas dimensões!
Se você não se deu por convencido que nossos pensamentos podem causar desastres, saiba que um estudo feito com animais indicam que estes sentem as frequências mentais por estarem mais voltados para a natureza.

terça-feira, 30 de julho de 2013

2* Raio Cósmico

2* Raio Cósmico

Energia: Amor - Sabedoria

Características no indivíduo evoluído:

- Compreensão intuitiva dos outros e da vida

- Entrega espontânea à fonte da vida

- Desapego

- Compaixão

- Impessoalidade

Características no indivíduo pouco evoluído:

- Inclusividade não seletiva

- Apego

- Envolvimento passional com pessoas e situações

- Curiosidade,

- Loquacidade

- Temor


"Permite a construção das formas; é magnético, aglutinador. Conhecido como energia crística, é a nota básica desse sistema solar. A sensibilidade e o perfume do reino vegetal, o processo iniciático no reino humano, e em outros superiores, a ciência do amor e de união com o Todo e sua expressão externa, a religião, advém do segundo raio. "


Segundo Raio - Características Personalidade

- O poder de construir para fins egoístas

- A capacidade de sentir o todo e permanecer isolado

- O cultivo de um espírito separatista

- A luz oculta

- A realização do desejo egoísta

- O desejo pelo bem estar material

- O egoísmo na subordinação de todos os poderes da alma a esse fim


Que conduzem a:

- A construção inteligente de acordo ao plano

- A inclusividade

- O desejo por obter a sabedoria e a verdade

- A sensibilidade ao todo

- A renunciação a grande heresia da separatividade

- A revelação da luz

- A verdadeira iluminação

- O emprego correto da linguagem pela sabedoria adquirida


Livro Glossário Esotérico e Tratado dos Sete Raios - Alice Bailey

* Adaptado por K.

terça-feira, 16 de outubro de 2012





Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria A energia eléctrica ligada às Plêiades, profundamente impregnada na matéria, é uma expressão da potência da Mãe Divina – Shakti-Kundalini - animando com a sua força o interior da substância. Toda a matéria universal está impregnada de uma Deusa que dorme, esta Deusa representa a potência da Mãe adormecida na matéria. Esta é a condição inicial de uma aventura estrutural cósmica; no entanto, é importante não confundir este estado inicial da matéria, Shakti-Kundalini adormecida, com o estado da Mãe do Mundo envenenada, que aconteceu quando as 4 forças de distorção se introduziram no controle da força planetária. A história do adormecimento do princípio feminino é universal. Uma guardiã de pureza virginal na matéria está ameaçada… Esta realidade é inteiramente consistente com as histórias contadas às crianças como a Branca de Neve ou a Bela Adormecida. Cada unidade de matéria pode, ou não, ter desperta em si a consciência do Paraíso. Existem dois estados de átomos – átomos adormecidos e átomos despertos. Quando os átomos estão despertos isso significa que a radiação da Mãe despertou no seio da matéria. A potência de Shakti-Kundalini despertou e a energia cósmica está cada vez mais acesa e pulsante no âmago da substância. À medida que essa presença/força desperta, revela a Deusa Imanente da matéria. À medida que a Deusa adormecida na matéria desperta, a força dos 4 elementos é liberta numa espiral ascendente, numa corrente que aspira à conexão com a contraparte sagrada de cada partícula no paraíso A matéria evolui de forma rítmica, num movimento em espiral em direcção ao Paraíso onde está a contraparte sagrada para cada partícula. O movimento de despertar gradual da força de Shakti-Kundalini vai activando a coluna de cristal ao longo da espinal-medula e desperta progressivamente os vários centros energéticos acendendo neles uma qualidade vibracional que prepara o ancoramento das radiações superiores. A Função da Mãe do Mundo: Coordenadora do processo de fusão gradual entre Lux Aeterna, a corrente de luz descendente e Shakti-Kundalini, a corrente de potência ascendente Qual é a função da Mãe do Mundo? Qual a natureza do seu trabalho? Em que consiste a sua acção? A Mãe do Mundo é a entidade a meio do caminho que rege o processo de intersecção e fusão gradual entre a corrente ascendente das energias fundamentais de Shakti-Kundalini – terra, água, ar e fogo – e a corrente de luz descendente da Mente Universal que contém a radiação sagrada e o projecto divino para a humanidade e para a terra. Existem três aspectos ligados ao trabalho da Mãe: 1. A Lux Aeterna – a mente cósmica, a força de luz descendente que transporta a visão da Mãe, a sua concepção e o seu projecto de consagração da terra. 2. A força de Shakti-Kundalini, potência de vida actuando através dos 4 elementos. 3. A Mãe do Mundo enquanto mediadora que realiza a coordenação entre o projecto da Mente cósmica e a potência de Shakti/Kundalini. A Mãe do Mundo é a mediadora entre o projecto da Mãe infinita e as forças elementais no seu estado de desenvolvimento relativo a um planeta e a uma determinada era. A Mãe do Mundo é a entidade que adapta o projecto da Mãe Universal a este planeta e ao momento histórico que a humanidade vive. A Mãe assume uma posição simétrica de forma a coordenar o processo de harmonização entre as forças ascendentes e descendentes: pelo pólo norte do planeta desce a energia de Lux Aeterna, pelo pólo sul sobe a energia de Shakti-Kundalini e ao centro, no coração do planeta, está o sincronizador de cristal, o trono da Mãe do Mundo. Em torno do trono estão as 4 centrais de diferenciação da força planetária. A força original para se tornar uma dinâmica criativa de manifestação decompõe-se em 4 forças secundárias – terra, água, ar e fogo. A potência da Mãe emerge das profundezas da terra numa corrente de energia pura, anterior à diferenciação nas 4 forças fundamentais da matéria – energia electromagnética, energia nuclear fraca, energia nuclear forte e força de gravidade. O trabalho da Mãe consiste por um lado em libertar a potência de Shakti-Kundalini; o desejo de vida, a pulsação de vida, a força de realização na vida. Por outro lado, a sua acção procede à integração da força, coordenando-a e conduzindo-a em função do projecto universal. Trata-se primeiro de libertar a potência e depois de a conduzir, coordenar e integrar no projecto universal. Todo este processo criativo é activado pela força do coração, a dinâmica criativa da mente e a potencia de projecção do centro da laringe. Grande parte deste trabalho de libertação da força e sua coordenação em função do projecto universal está ligado à acção do chacra da Laringe – Magdala. Qual o domino de acção das forças involutivas? Que camadas da corrente planetária foram atingidas pela sua acção? As forças involutivas tomaram os 4 pólos controladores, a partir dos quais se dá a diferenciação da força da Mãe do Mundo, mas não atingiram nem a potência pura de Shakti-Kundalini no trono central da Mãe nem a corrente descendente de Lux Aeterna. A amplitude do domínio das forças involutivas atingiu os níveis intermédios, desde o plano da mente superior até ao nível no qual se dá o princípio de defracção e controlo elemental; ou seja, o nível no qual a potência pura de Shakti-Kundalini se diferencia nos 4 elementos. No entanto, as forças involutivas não atingiram a camada mais profunda da matéria, o campo unificado anterior à diferenciação elemental. No âmago da substância, na camada quântica da matéria irradia ainda a potência pura da Mãe. A chave de acesso a essa camada profunda, subatómica está na activação das mais altas camadas de Lux Aeterna. A pomba representa Lux Aeterna, a corrente descendente de Luz da Mente Universal. O cristal representa o trono central de coordenação da Mãe do Mundo. A serpente representa a potência ascendente de Shakti/Kundalini, a Deusa emergente na matéria, a respiração, a pulsação de vida animando a substância. A coordenação, o equilíbrio, o grau de harmonização entre os dois pólos vai dando a medida da Mãe Divina em cada ser. O Sacrário: A Câmara da Mãe do Mundo, o Éter Primordial, o Agente Alquímico da Mãe O Muladhara, símbolo da mulher, é a confirmação do ponto de convergência da força: a potência pura de Shakti/Kundalini que depois se diferencia nas 4 forças elementais. Estas 4 forças emergem a partir da potência, do impulso, do desejo de viver. A partir desta corrente pura de vida dá-se o processo de diferenciação nas 4 correntes da força elemental. O espírito coordenador universal desce sob a forma de Maheswari, Mahakali, Mahalaksmi, Mahasaraswati – actuando quadruplamente sobre as 4 forças emergentes de Shakti-Kundalini. O símbolo alquímico da Mãe do Mundo está ligado ao sacrário, a câmara onde o Éter primordial religa os 4 princípios superiores às 4 forças elementais e transubstância a matéria. O termo que a igreja católica utiliza para o processo que conduz à fusão entre os 4 princípios superiores e as 4 forças elementais é transubstanciação. O sacrário é um espaço no interior do qual se coloca uma substância – a hóstia - simbolizando a substância mental, emocional e física, ainda impregnada da vibração terrestre; no interior dessa câmara a substância é absorvida no éter primordial e transubstanciada. A energia quádrupla de Kundalini em torno do trono da Mãe do Mundo é purificada pelo poder do 5º elemento – o éter primordial. A matéria é consagrada, nela acontece a corporificação da trindade. Matéria consagrada não é nem matéria no estado emergente nem apenas os princípios abstractos transcendentes, é uma 3ª substância nascida da fusão. Os Portais: O Sacrário na Atmosfera do Espaço Actualmente, o sacrário é atmosférico e estão a ser criadas novas câmaras e novas técnicas de transubstanciação. Nas imagens que nos formam internamente mostradas de um centro espiritual em Portugal existe uma ilha ao centro e em volta da ilha, um espelho de água. No topo da ilha existe um círculo com 4 colunas: norte, sul, este, oeste. Essa ilha representa, para o centro espiritual, o Paraíso. Todas as actividades do centro representam os signos do Zodíaco, sendo que o centro espiritual está dividido em 12 áreas de trabalho, 12 áreas de expressão. O Zodíaco, em torno de um espelho, com uma ilha ao centro e 4 pólos. No centro dos 4 pólos está acesa a Chama da Ascensão. O Éter Primordial: agente operativo que permite a materialização dos arquétipos sagrados O 3º aspecto da Trindade gera Luz Aeterna, a mente cósmica. O veículo da mente Cósmica, o seu agente operativo é Akasha ou o éter primordial, também conhecido como o Manto da Mãe ou o Véu de Isis. A Mãe é simultaneamente azul celeste e vermelho terra: o vermelho representa a tremenda força de vida, a paixão pela vida que a Mãe manifesta enquanto Shakti. O azul é o manto, a energia da Mãe Divina impregnada da radiação do futuro, trazendo em si a concepção do futuro, trabalhando para construir o futuro. A voz da Mãe Divina, Sophia Perene, está impregnada de uma doçura lúcida, criativa, futurista. A Mãe é o agente dinâmico que trabalha para a materialização dos projectos do Filho, procurando manifestar no universo criado os projectos arquitectónicos e corpóreos dos filhos do Paraíso. A Mãe Divina como Lux Aeterna é a dispensadora do futuro dos dias. É a suprema visão do potencial do futuro, a concepção paradisíaca a ser manifestada na humanidade e na terra. Os dias passam e chamam-nos para o futuro – o futuro eternidade é o futuro construído com a matéria inspiradora que vem da eternidade. Esta visão superior que contém o projecto sagrado a ser manifestado na terra tem um veículo condutor, um agente operativo, Akasha – o éter primordial – o veículo da acção da Luz, a sua força de materialização. Qual a diferença entre a Luz do Cristo e esta Luz dinâmica que é o veículo da acção da Mãe? A Luz do Cristo é supraespacial, o éter primordial é intraespacial, é uma substância que anima o espaço volumétrico, o agente de materialização que plasma os arquétipos sagrados numa dimensão espacial, etérica e física. Onde estão os arquétipos pouco antes de se materializarem? No éter primordial. O éter é o veículo operativo de materialização das formas. Os arquétipos sagrados não conseguem materializar-se no espaço e nos corpos se não passarem por este agente dinâmico que permite a plasmagem na substância. Os arquétipos têm que passar pela Mente coordenadora da Mãe e depois materializar-se, electricamente, através da acção deste agente operativo, o éter primordial. É a tecnologia e a ciência da activação do éter primordial, o agente operativo que plasma os modelos, que permite a materialização no espaço das Cidades de Luz. Os centros intraterrenos são pontos de aplicação no espaço desses modelos sagrados que estão em dimensões suprafísicas, que por sua vez se projectam nas cidades sagradas, são uma aplicação no espaço dos modelos civilizacionais que existem na mente cósmica. A acção da Mãe é dupla: existe o processo descendente da Mãe desde Lux Aeterna e o processo complementar, a emergência da potência da mãe no âmago da matéria: o despertar de Shakti-Kundalini. À medida que esta força emergente desperta divide-se nos 4 elementos e cria o grande dinamismo do cubo. Quanto mais afastados e descoordenados entre si estão os 4 elementos, mais problemas existem no interior de um ser e de uma civilização. O estado de desordem, de contradição e de conflito no interior de um ser está ligado ao estado de dessincronização entre estas 4 forças – física, emocional, mental e intuitiva. É a força do éter primordial – o 5º elemento – que tem a capacidade de coordenar os 4 elementos unificando-os numa mesma direcção, estruturando-os no interior de um projecto de realização do ser. A hóstia, símbolo da substância, ao entrar no interior do sacrário com os 4 elementos num estado de fragmentação, é impregnada pela potência do éter primordial. Através dessa impregnação, os 4 elementos são unificados e emerge o estado corpóreo da matéria do Paraíso. A este processo chama-se Transubstanciação - corpo de Cristo, a consagração do corpo. O estado de coordenação suprema da personalidade corpórea é o Paraíso. O Amor do Filho é a força magnética do íman cósmico atraindo para si; o Amor da Mãe é a força que coordena, que estrutura os elementos para a realização do projecto. Este amor não é radical, na proporção exacta em que é aceitação, compreensão, educação do processo de crescimento do ser. A Mãe do Mundo coordena o processo de integração entre as concepções superiores e as energias dinâmicas inferiores. Coordenação é Amor, coordenar é uma expressão profunda de amor pois co-ordenar significa ordenar a dois, ordenar o que vem do mundo dos arquétipos sagrados com o mundo do possível - a força emergente da Deusa na matéria que procura libertar-se da sua prisão, refinar-se, irradiar um brilho psicológico cada vez mais integro e intenso. A força emergente da Deusa na matéria é a fonte, do impulso, do desejo de viver; esta força pede para ser liberta e coordenada com a fonte da inteligência e da essência que está em Lux Aeterna – a fonte dos significados, dos valores, dos signos e sinais que vão iluminando gradualmente a mente e a existência. Pirâmide do processo de crescimento da consciência Sinal Monádico Signo Espiritual Símbolo Intuitivo Significados Mental Vivências Emocional Experiências Físico A pirâmide do desenvolvimento da consciência permite-nos compreender a gradação progressiva dos graus de consciência que determinam a qualidade com que o ser investe a experiência. A ascensão da consciência evolui simultaneamente com a ascensão da experiência: à medida que a consciência ascende, ao nível das categorias à priori, a experiência torna-se gradualmente mais ampla, profunda e abrangente. À medida que a consciência ascende, o ser vai activando no interior de si espelhos vibracionais cada vez mais reflectores do fogo sagrado. Existem sete categorias à priori, sete níveis de consciência a partir dos quais o ser investe a experiência e a existência. O processo de amadurecimento da psique começa pelo nível da experiência. Nesta fase, a busca de experiências não é ainda uma busca de significados, pois os elementos, a força vital do ser está descoordenada em relação à consciência. Neste nível, experiência significa que Shakti – a força vital - domina sobre a força de iluminação da Lux Aeterna. Ao fim de uns tempos, a natureza redundante e não construtiva das experiências esgota a motivação por esse nível e cria no ser uma “sede” de um outro nível de experiências. Quando a consciência consegue antecipar o resultado de uma experiência sem que o ser tenha que a viver, isto significa que a Mãe Divina já está a actuar na mente com o seu princípio de sabedoria. Quanto mais a mente individual está ligada à Mente da Mãe Divina, mais as forças elementais diferenciadas de Shakti procuram encontrar uma ordenação, uma coordenação e unificação entre si. Isto significa a busca de experiências que consagrem cada vez mais a integridade do ser, ou seja, experiências físicas que nutram a coerência emocional e tenham significados mentais. Experiências físicas, emocionais e mentais impregnadas de significado espiritual. Depois de um certo grau de desenvolvimento no nível da experiência, o ser torna-se progressivamente mais exigente e busca vivências. Vivência é um nível de experiência que nutre emocionalmente o ser. No nível da vivência, as experiências contêm em si um elemento coerente e estruturante que é fonte de enriquecimento emocional e participa na construção da identidade. A partir de um certo grau da consciência o nível das vivências deixa de ser suficiente; o ser começa em busca de significados. O nível das experiências e das vivências, em si mesmo, deixa de ser fonte de satisfação; o ser precisa de sentir a emergência de um significado, isto é, antes de se entregar a uma experiência nasce no seu interior a questão – “Qual o significado desta experiência no contexto de um crescimento global? Qual o seu significado num contexto autenticamente espiritual?” Um contexto autenticamente espiritual é um contexto que promove o crescimento de todos, promovendo o crescimento de cada um. No plano espiritual não tem sentido colocar a questão do crescimento individual mas procura-se criar condições para o desenvolvimento de todos, conscientes de que este depende, detalhadamente, do crescimento de cada um. Neste contexto, a realização de uma pessoa leva ao crescimento de todos e o crescimento do grupo estimula a singularidade, a identidade e a criatividade específica de cada ser. O contexto espiritual autêntico dilui as fronteiras entre Leão, a busca da individuação e da identidade, e Aquário, o envolvimento e o empenho no desenvolvimento do grupo. O nível dos significados surge quando o ser procura compreender para onde as vivências o estão a conduzir. Isto é, podemos ter experiências que nutrem a coerência das emoções que nos trazem um sentimento de plenitude, mas ainda não contém em si um sentido. A partir de um certo grau de desenvolvimento o ser torna-se naturalmente mais exigente e busca apenas vivências com significado. Este nível de exigência, a busca de significados, representa já um grau profundo de conexão da mente individual com a mente cósmica. No entanto, esta busca de significados e valores não pode ser imposta de fora. A presença da Mãe Divina na mente é a força que vai gradualmente coordenando, a partir de níveis cada vez mais profundos e exactos, as 4 forças – terra, água, ar e fogo. É o grau de conexão entre a mente individual e a mente Mãe que vai criando em nós uma exigência crescente de coerência interior. Depois de um processo de amadurecimento da psique no nível dos significados, o ser começa gradualmente em busca dos valores; começa a emergir dentro de si a busca do nível simbólico da experiência. A busca do símbolo assinala já uma presença profunda da energia da Mãe Divina actuando ao nível da mente. Quanto mais forte é a conexão da Mente da Mãe Divina com a mente individual mais a pirâmide inferior ascende pela força de tracção da pirâmide superior. Este processo de absorção da mente realiza-se gradualmente. À medida que as energias da Mãe Divina começam a actuar com uma força crescente dentro de nós, níveis cada vez mais precisos de coordenação das forças vão sendo instalados, são graus de presença da Mãe Divina que vão impregnando a nossa mente. O ser vai galgando níveis até que chega a um grau de consciência em que já não chegam nem experiências, nem vivências que trazem nutrição emocional, nem mesmo as que dão acesso ao significado. O ser começa a sentir a necessidade de perceber o símbolo…o que é que o Divino está a querer dizer especificamente com esta experiência? Entramos no plano em que lemos nas experiências da vida a linguagem de Deus. O símbolo é um significado que tem valor de identidade espiritual. Neste nível o ser busca sentir em que medida um acontecimento, uma experiência no seu caminho, é símbolo de algo realmente necessário e importante para o crescimento espiritual. Depois da vida ter sentido, o ser procura o nível dos símbolos, procura sentir nos actos da sua existência o símbolo de uma actividade universal. Quando a mente está ligada ao nível simbólico, cada acto individual é símbolo da acção de uma força universal. Os actos estão carregados de uma energia potente pois as forças de Kundalini são cuidadosamente e totalmente coordenadas pela acção da Mente Cósmica. Quando o ser vive no nível simbólico a energia é intensa pois está carregada da abrangência de consciência que habita o ser. Viver no nível simbólico, sentir o poder simbólico de um acto, implica uma real abrangência de consciência; é o grau de universalização da consciência que permite a universalização dos actos. O tantra, por exemplo, significa a possibilidade de viver a sexualidade no nível simbólico - a mulher simboliza Shakti, o homem Shiva – é claro que viver esta experiência neste nivel implica que um grau de universalização da consciência esteja presente. No nível simbólico cada acto individual está em ressonância profunda com o símbolo universal desse mesmo acto. Uma mulher a dar à luz, se a sua consciência se torna abrangente ao ponto de entrar no nível simbólico, representa naquele momento todas as mães, passado, presente e futuro…naquele momento, aquela mulher, encarna o símbolo da maternidade. O símbolo é o poder que religa dois planos, o microcosmos e o macrocosmos. Quando um ser vive no nível simbólico sente e sabe, numa espécie de evidência interior, que tudo o que está a acontecer é uma expressão localizada de realidades universais. Um homem que cava a terra e vive esse acto no nível simbólico está a receber energia de todos os cavadores; está ligado à corrente universal; sente que é essa corrente que se exprime através dele e extrai energia dos seus reservatórios profundos e inesgotáveis. Na medida em que a pessoa vive no nível simbólico é permeada pela a imensa energia da Mãe Divina na consciência e nos corpos. Já não consegue viver os acontecimentos como sendo apenas acontecimentos terrestres mas vive-os como uma projecção pantográfica da acção de grandes forças celestes. O professor que dá uma aula no nível do símbolo pode entrar em ressonância com a ordem de Melkizedeque – a ordem da instrução universal. Os símbolos contêm o poder de fortalecer a leitura da universalidade que existe potencialmente num acto. Quando um ser realiza um acto no nível simbólico a sua consciência dilata-se, expande imenso. É esse grau de abrangência da consciência que cria a ressonância entre um acto particular e o seu símbolo universal. É como se, naquele momento, o universo se reflectisse e convergisse para projectar numa forma, um valor e uma força universal. Quando um ser vive no nível do símbolo está em relação com a força que une dois pólos, o micro e o macrocosmo; cada acto está ligado à força da corrente universal e o ser extrai energia, força criativa e significado dos reservatórios profundos e inesgotáveis do universo. Neste nível, cada acto é a reflexão individualizada de uma verdade secreta e sagrada, cada acto é uma realidade superior reflectida numa realidade inferior. Sabemos que estamos perante a função simbólica porque sobre os actos precipita-se uma enorme potência e sentido. Quando retiramos uma carta do tarôt e temos a consciência polarizada no nível simbólico devemos esperar, ao mesmo tempo que a informação que a carta contém, ser impregnados pela energia e radiação correspondente a essa informação. Por exemplo, se retiramos a carta “A Morte” e estamos sintonizados no nível simbólico, a carta não contém apenas a informação de que vai ocorrer uma transformação profunda dentro de nós, contém também a energia correspondente, a força exacta de que necessitamos para viver esse processo de transformação. Quando o processo é vivido no nível simbólico a carta não contém apenas a informação mental mas simultaneamente a radiação energética correspondente ao processo nela solicitado. Se o ser está polarizado no nível simbólico uma esfera superior reflecte-se no microcosmo e o ser pode absorver a energia da informação que está contida na carta. Resumindo, na medida em que as esferas superiores estão muito distantes das esferas inferiores acontecem experiências, vivências e significados – é o nível existencial no qual se manifesta o livre arbítrio e a aprendizagem do ser é realizada através de processos mais ou menos erráticos. À medida que as duas esferas se tornam tangentes, aproximamo-nos do nível simbólico; a tangência entre a esfera celeste e a esfera terrestre coloca-nos no nível do símbolo que é energia, Luz, Amor e Poder misturando-se profundamente com a esfera da experiência e da existência na terra. À medida que a presença e a força da Mãe vai absorvendo a nossa mente e coordenando as forças físicas, emocionais e mentais, atingimos o nível do símbolo e existe uma integração cada vez mais potente e harmoniosa entre as 4 forças planetárias e a intenção e o projecto da Mente Cósmica dentro de nós. Gradualmente, mas de uma forma efectiva, estas duas forças começam a ligar-se dentro do ser de uma forma intensa e poderosa; e então o dinheiro, por exemplo, torna-se efectivamente um símbolo da energia da Mãe Divina circulando para a realização dos seus projectos na terra; a sexualidade torna-se um símbolo da união do princípio feminino e masculino do universo; o poder torna-se o símbolo da força de materialização que permite operacionalizar o projecto da Mãe em, com e através da humanidade. É possível viver de uma forma permanente nesta dimensão? É possível viver constantemente conectado com o nível do símbolo? É difícil pois para além das oscilações inerentes do nosso processo de desenvolvimento psíquico, a terra está, ela mesma, descoordenada, dessintonizada em relação ao projecto Divino. No nível simbólico, a mente individual está profundamente ligada, calibrada e codificada pela mente cósmica e por isso mesmo os nossos actos são vividos num nível transpessoal. Viver carregado da potência do nível simbólico é sentir que cada movimento é o reflexo na terra de um movimento celeste. A Mente Cósmica não vê os nossos actos como pessoais e particulares; vê-os como uma expressão singular da união de correntes universais.; daí a legitimidade da arte e a integridade de tudo o que é vivido na consciência destas ligações. Gualdim Pais recebeu um documento da Ordem do Templo para fundar a cidade sagrada. Essa cidade, para os cavaleiros do Templo, era o símbolo de uma nova Jerusalém. Ora, para ser uma nova Jerusalém, efectivamente e não apenas num decreto, a cidade sagrada tem de ser construída em consciência simbólica. O que significa que os seres que a constroem têm de estar integrados não só com a consciência mas também com a energia da Mente Cósmica… Cada pedra tem de ser transportada nessa consciência e nessa energia. Os construtores das cidades sagradas primeiro conectam-se ao nível simbólico e então, progressivamente o símbolo e a radiação desse plano reflectem-se naqueles seres. A realidade simbólica é muito distinta da que se manifesta no plano dos significados, onde o ser significa ou transmite informação sobre a Mãe Divina. "Simbolizar", a Mãe Divina, mais que "significar" filosoficamente,é algo diferente, é transmitir directamente a sua corrente e a radiação plasmando-a de uma forma efectiva no éter. A autoridade espiritual coloca este problema: que grau de autoridade tem um ser para simbolizar? No plano do símbolo o ser não transmite apenas informação mas é a própria radiação. A partir de um certo estágio o ser começa em busca do signo que é um nível ainda mais profundo de experiência. A palavra signo tem em si a palavra ígneo – fogo. O nível do signo é um estado em que o ser percebe claramente plasmado no que está a acontecer a actividade da Mãe Divina. No nível do signo o ser está, de uma forma perfeitamente consciente, actuando como um instrumento da Mãe Divina. Nesse nível, sabe que naquele momento é a Mãe Divina está a falar através de si, a transmitir energia pelas suas mãos… Neste nível, a Mente Universal tornou-se mais forte do que a mente individual e é isto que projecta o ser no plano dos signos. Quando duas esferas, celeste e terrestre, se intercecionam entramos no plano do signo – o sinal do fogo sagrado. Neste plano o ser entra no nível ardente, sabe, numa evidência absoluta, que em cada acto é o fogo sagrado que irradia através do seu ser. Neste nível de consciência, a mente individual foi totalmente absorvida pela mente cósmica, as 4 forças elementais de Shakti-Kundalini alinharam-se com o coração, com a laringe e a pineal e foram absorvidas pela Mente Cósmica – a Lux Aeterna. À medida que subimos a pirâmide da consciência, os graus de coordenação entre a mente individual e a mente universal vão-se tornando cada vez mais profundos e exactos; os planos de defracção vão diminuindo, a realidade deixa gradualmente de ser reflexa para se tornar cada vez mais directa. No nível do signo, já não se trata de reflectir um plano noutro, como no nível do símbolo. No nível do signo é a própria Mãe Divina que irradia e se exprime através do ser. Aquilo que no fundo mais amamos realizar são actividades, actos, experiências, relações que nos colocam em ressonância com o nível simbólico. Os seres humanos buscam intensamente aumentar o tempo que passam em ressonância com esse nível de consciência e de existência. Quando sentirem… “Eu só me sinto bem fazendo isto…”, confiem! Então, como coordenamos as forças básicas de Shakti-Kundalini – físico, emocional, mental e entusiasmo – com a mente cósmica universal? Follow your bliss … segue a tua bem-aventurança, segue esse chamado para uma actualização e uma realização integral de ti mesmo. O importante é sentirmos que estamos a amadurecer neste processo no qual a mente individual se vai gradualmente coordenando e fundindo com a Mente da Mãe Divina. É um processo que acontece por graus e o importante é sentir que essa coordenação, entre a nossa mente e a mente da Mãe, se vai tornando cada vez mais íntegra e integral. O Amor da Mãe é educador: acompanha o processo, aceita e compreende os limites, respeita os ritmos, nomeadamente os ritmos de abertura e contracção da matéria, os ciclos de receptividade da matéria à dinâmica da luz. O Amor da Mãe inclui essa compreensão profunda do processo de crescimento da psique, adapta a energia da mente cósmica aos graus de receptividade dos corpos mental, emocional e físico. A acção da Mãe do Mundo é a dança que adapta ao tempo, ao espaço e à substância, a energia de Lux Aeterna, adapta o imenso oceano de luz aos graus de receptividade da substância e ao grau de maturidade da psique. À medida que os dois triângulos, ascendente e descendente, se intercecionam a mente é absorvida na Mente da Mãe Divina e torna-se, gradualmente mais lúcida, transparente, dinâmica e criativa. Follow your bliss… na medida que seguimos o nosso dom, aquilo que religa a dinâmica da personalidade aos núcleos superiores do nosso ser, aquilo que nos faz sentir em estado de fluxo, vamos desaguar gradualmente na fusão da mente individual na mente universal, onde está a informação e a radiação necessária para a realização do projecto da Mãe Divina. Do ponto de vista espiritual, amor e intelecto são uma mesma força. Intelecto é um amor doseado em função dos graus de receptividade e maturidade do ser; é um amor gradual, adaptativo, estruturante, um amor já impregnado de sabedoria. A Mãe do Mundo adapta o amor cósmico à capacidade do nosso corpo, das nossas emoções e da nossa mente de o receber e retransmitir. À medida que a mente individual vai sendo absorvida na Mente da Mãe, a personalidade vai-se tornando cada vez mais íntegra e integrada; a consciência vai-se tornando cada vez mais abrangente e o ser deixa gradualmente de ser movido por preocupações e motivações pessoais. No entanto, isto não significa que deixe de ter individualidade ou personalidade. O que acontece é que a dinâmica da personalidade torna-se cada vez mais abrangente e universal. No nível superior de consciência, a realidade perde o seu elemento opaco e o ser começa a percepcionar ao nível do sinal; ou seja, começa a ver tudo como Luz, chamas de fogo vivo – a percepção do nível divino reflecte uma transparência onde tudo arde como um fogo ardente. No nível do sinal, a esfera da mente individual expandiu-se ao ponto de coincidir totalmente com a Mente Universal. A percepção é como um raio x luminoso que capta a substância ardente e radiante das formas criadas. Todo o crescimento autêntico é inconsciente, a nobreza real de um ser é inconsciente; muitas vezes só depois do amadurecimento ter acontecido, ter sido consolidado e fortalecido no interior do ser é que existe a percepção consciente de que houve crescimento. A Luz da Mãe vai gradualmente absorvendo a mente, dilatando a esfera de consciência pessoal numa esfera cada vez mais abrangente; o Amor da Mãe vai gradualmente absorvendo o coração desde uma superfície emocional até às profundezas do Amor Crístico. O Amor da Mãe, na sua forma de operar é gradual, progressivo e adaptativo. A Mãe é mediadora, acompanha o processo de crescimento da psique e integra os ritmos de expansão e contracção da matéria. A Mãe conhece e compreende os nossos limites, o nosso ritmo e no seu modo de operar respeita profundamente as fases do nosso processo de desenvolvimento psíquico. O trono da Mãe do Mundo é composto pela presença do espírito director universal e pela potência de Shakti-Kundalini, a força integrada no interior da Terra. Cada ser humano tem um raio que o liga ao biocomputador central da Mãe do Mundo; esse raio tractor é composto pelos cinco chacras abaixo do cóccix. O 5º chacra penetra directamente no sincronizador cristalino no qual a fisicalidade relativa de cada ser humano está constantemente a ser adaptada em função do grau de desenvolvimento da sua consciência. A Mãe é a dinâmica de luz que rege o grau de materialização ou desmaterialização da substância de um ser em função da maturidade da psique e da abrangência da consciência. A consagração da substância é um processo de elevação subliminar no qual gradualmente, a matéria se desdensifica por quantuns, através de saltos quânticos discretos. À medida que a radiação de um ser atinge uma frequência mais elevada, o ciclo por segundo que a sua biomassa passa no plano anti-matéria vai-se tornando maior do que o tempo que a biomassa passa no plano da matéria. Quando se refere a etapa final da Atlântida… sabe-se que houve uma guerra entre as forças da luz e as forças das trevas… quem ganhou esta guerra? A força das trevas. A primeira consequência é a ferida na Mãe do Mundo; ferida que se reflecte, nos últimos milhares de anos, na definição, na identidade, na imagem que a mulher tem de si própria. A história da mulher é holograficamente a história da Mãe do Mundo. A ferida da Mãe do Mundo é uma ferida que se reflecte em cada mulher. Esta ferida reflecte-se não só na imagem que a mulher tem de si própria assim como também na imagem que o homem criou da mulher. É neste contexto que a questão da Mãe do Mundo deixa de ser apenas uma questão cosmológica e esotérica e ganha uma dimensão sociológica e psicológica. Algo que podemos reconhecer no âmago do nosso coração, que condiciona a nossa identidade e a nossa existência. A Mãe do Mundo e o Arquétipo integrado do Feminino A realização, numa mulher individual, da força e do significado da Mãe do Mundo, é o arquétipo integrado da mulher. O estado de integração e união sagrada entre todos os arquétipos da psique feminina nos circuitos internos de uma mulher chama-se no oriente Tara e no ocidente, Sophia. Esta realidade é algo de muito íntimo no coração de uma mulher. Sophia ou Tara simboliza a mulher que integrou em si todos os arquétipos, que restaurou a integridade da energia e do significado dos arquétipos do feminino dentro de si. Cada arquétipo simboliza uma forma diferente de ligar a potência de Shakti-Kundalini, a deusa que desperta na matéria, com Lux Aeterna – a mente iluminadora. Sophia, o feminino sagrado, encontra-se na mulher que investe uma relação íntegra, harmoniosa, livre e equidistante com 7 arquétipos da psique feminina. Estes arquétipos convergem e coordenam-se harmoniosamente entre si até formar ao centro o arquétipo-síntese, Sophia. Sophia corresponde ao estado de síntese; um ser feminino que tem tempo, espaço, plasticidade e liberdade interior para investir qualquer um dos arquétipos em função da necessidade e da justeza de cada momento. Nela não existem bloqueios, excessos ou ausência de investimento psíquico em relação a nenhum destes arquétipos. Sophia, em função da necessidade de cada momento, investe a energia psíquica e o significado de um dos arquétipos, actua de forma total e intensa e depois, naturalmente, regressa a Sophia. Sophia é neutra no sentido equidistante, o seu estado é uma neutralidade activa altamente atenta e energizada. Sophia simboliza a cura da psique feminina, a síntese integradora da psique feminina. Quando as forças involutivas entraram no planeta conseguiram paralisar o movimento diferenciador da energia primordial de Shakti-Kundalini. Essas forças instalaram-se e começaram a distorcer os arquétipos da psique a colocar uma sombra em cada uma destas energias e funções sgnificantes da mulher. Em cada um dos sete arquétipos existe uma sombra positiva, por excesso e uma sombra negativa, por ausência ou inibição. As sombras indicam distorções na força Kundalínica, distorções que são a consequência das forças involutivas terem invadido o poder da Mãe do Mundo na condução da força planetária. Perante este recolher da função da Mãe na condução da força e a consequente distorção que se instalou, vamos realizar uma análise do estado em que a psique feminina ficou: as sombras positivas (por excesso), as sombras negativas (por defeito) da presença/ausência da Mãe Divina na psique de cada mulher. Os diferentes arquétipos equilibram-se uns aos outros, por exemplo, é a energia materna de Deméter que equilibra a energia guerreira de Artemísia. A perturbação da psique feminina acontece quando um arquétipo é sobreinvestido e começa a consumir energia dos outros arquétipos, atrofiando-os. Os arquétipos do feminino são: Artemisa, Athenas, Héstia, Deméter, Hera, Afrodite e Perséfone. Artemisa é a irmã de Apolo, é a guerreira combativa, a mulher dinâmica e empreendedora que nunca falha o alvo. É a mulher que estabelece com clareza o seu alvo e segue com implacável determinação o seu objectivo. A verdadeira Artemisia é a guerreira determinada e firme. A sombra por excesso é a mulher competitiva, a mulher que investe a energia guerreira em excesso e de forma descompensada é a hiupy. A sombra por defeito, por carência e inibição da energia e do significado do arquétipo da guerreira, é a mulher inerte e passiva. Athenas é o arquétipo feminino mais próximo do intelecto puro da mente divina; é a mulher filósofa, que reflecte, que planeia, que coordena, que governa. Athenas representa uma inteligência simultaneamente reflexiva e coordenadora. A sombra por excesso de Athenas é mulher pedante, intelectualóide, que utiliza o pensamento e a palavra deslocadas do rigor e da eficiência de uma mente realmente consequente, lúcida e criativa. Este tipo de mulher só se sente segura com conhecimento. No entanto adquire o conhecimento pelo conhecimento, a informação pela informação sem que esta seja tratada, amadurecida pela sua própria experiência e reflexão. A sombra por ausência de Athenas é a mulher superficial, frívola que não reflecte, que não penetra em profundidade as coisas. Não coloca consciência, reflexão, sabedoria. Hestia é a guardiã dos princípios sagrados, a mulher sacerdotal, a mulher que mantém constantemente aceso o facho do fogo sagrado. O que significa manter o nível de vigilância, atenção e o cuidado necessários para nunca deixar que o fogo sagrado se apague. É uma mulher que se devota inteiramente em manter acesa a chama do fogo sagrado, alguém que está muito atento à acção das forças involutivas e guarda, com rigor e firmeza, os princípios e o projecto sagrado que a Mãe Divina tenta doar a uma civilização. A sombra por excesso resulta na mulher fanática, que defende princípios de forma rígida e excessiva. Asombra por ausência resulta na mulher dissolutiva, uma mulher para quem os valores e princípios não contam, para quem as questões éticas não se colocam. Demeter é a Mãe. A sombra por excesso é a Mãe negra, dominadora, a mãe controladora. Ela é um contentor absoluto que absorve o filho e impede o seu crescimento para longe e para fora de si. A sombra por defeito resulta na mãe desnaturada ou a mãe ausente, uma mulher que não activou, que não assume a função de mãe, não libertou em si essa energia, não restaurou em si esse significado. Hera é a esposa, uma função diferente da amante. Hera estimula o verdadeiro projecto interior do homem procura manter um espaço de alta qualidade que crie as condições para a revelação de si mesmo. É a imagem sagrada do homem que vem ao de cima na sua presença. É o ser que sente e consegue extrair a identidade oculta que está dentro do homem, estimulando o projecto que traz no interior de si e busca realizar. Hera procura criar as condições para a emergência dessa identidade, do projecto de realização que está no interior do homem. A sua presença actua como um espelho no qual os contornos da identidade se tornam definidos e o impulso de realização nasce e desenvolve-se. A sombra por excesso de Hera instala-se quando a mulher procura ser a única mulher a estimular a identidade do homem. Ora ela é, provavelmente, a principal parteira dessa identidade mas outras mulheres participam naturalmente desse estímulo. A ausência de Hera é a mulher, que não tem sensibilidade para perceber a identidade e o projecto interno do companheiro. Na nossa cultura existe uma tendência para confundir a função de Hera (a esposa) com a função de Demeter (a mãe). Ora são duas funções muito distintas e essa distinção é essencial para passar do padrão arcaico ao padrão futuro, no que diz respeito à relação entre o homem e a mulher. Actualmente algumas mulheres investem essencialmente os arquétipos de Artemisia (a empresária) e Afrodite (a amante), pois foram estes, juntamente com Athenas, os arquétipos mais reprimidos na identidade da mulher ao longo da história; ao fazê-lo algumas mulheres têm um sentimento de reconquista. As distorções da psique feminina manifestam-se através de um sistema desequilibrado no interior do qual certos arquétipos são excessivamente investidos e outros encontram-se inibidos e atrofiados dentro da mulher. Estes esquemas de desequilíbrio, nos quais a distorção na integridade das energias e funções da mulher se manifesta através de excessos e inibições, existem porque houve uma distorção da força da Mãe do Mundo. À medida que uma mulher observa cuidadosamente os diferentes esquemas de distorção pode tomar consciência do seu próprio modo de ser e funcionar, pode clarificar o seu modo de relação com estas diferentes funções e vocações da psique feminina. Desta forma, percebe os arquétipos nos quais existe um investimento excessivo, compensativo; percebe quais os arquétipos, quais as funções da psique feminina que estão atrofiadas, inibidas ou ausentes. A partir dessa consciência, a mulher pode começar a trabalhar o equilíbrio, a harmonização, uma relação livre e equidistante em relação aos diferentes arquétipos, rumo à síntese, Sophia, o arquétipo integrado da mulher. Afrodite foi uma das energias e funções mais reprimidas da psique feminina. É Afrodite que lida directamente com a força de Shakti-Kundalini. Quando uma mulher busca restaurar a integridade do arquétipo de Afrodite é importante que o faça em conexão com outros arquétipos; que este arquétipo seja integrado nos outros. A recuperação desse arquétipo, dessa energia, dessa função dentro da identidade da mulher é importante pois a sexualidade feminina foi, ao longo da história, profundamente inibida ou ferida. As forças involutivas entraram por essa área e distorceram a relação equilibrada com o acto sexual. Daí muitas mulheres terem um sentimento de inibição, dificuldade, rejeição, culpa ou simplesmente ignorância em relação à sua sexualidade. Então, como se criam novos padrões para uma nova identidade da mulher? Como criar o novo padrão do feminino? Como recuperar a imagem sagrada de cada um dos arquétipos que constituem o arquétipo integrado da mulher? Como investi-los de forma equilibrada e a partir de um sentimento de profunda integridade? - Um caminho é vivencial, explora através da experiência os diferentes arquétipos e procura gradualmente um grau de maturidade que permita integrá-los. - Um outro caminho é espiritual, trata-se de realizar uma meditação em Sophia, restaurar em si a integridade vibracional e o significado de cada um dos arquétipos procurando integrá-los no arquétipo síntese de Sophia. Quem coordena este projecto de restaurar a identidade integral da mulher é a Mãe Divina. Desta forma, quando nos entregamos de uma forma consciente e sincera a este projecto, as experiências, as situações, as relações que nos vão permitir crescer e amadurecer nessa busca surgem no momento certo. É a energia que emana à medida que a consciência se desenvolve que cria as situações que são importantes para o crescimento sem que precisemos de as procurar. O ser tem apenas, em nome da integridade e da liberdade, de entregar-se ao processo de restaurar em si o arquétipo integral da mulher e estar aberto, atento e disponível para acolher na sua vida as experiências realmente regeneradoras, significativas e curativas. É importante compreender que este processo de crescimento, amadurecimento e integração não deve ser realizado a partir dos desejos do ego. É a própria energia da Mãe que proporciona as experiências de que o ser precisa para crescer. Quando as experiências realmente importantes acontecem na sua vida, o ser sente dentro de si uma espécie de sinal verde: “Isto é para ser vivido, é importante para curar e crescer”. As forças involutivas estão constantemente a tentar sabotar este projecto da Mãe do Mundo e esta necessidade profunda da humanidade de criar novos padrões de ser, novos padrões de relacionamento, novos padrões de funcionamento. Este é o desafio… este é o risco… pois ao criarmos novos padrões estamos a ir por caminhos que não foram percorridos antes…e nesse caminho temos que perceber que as forças involutivas vão procurar opor-se à afirmação dos novos padrões do ser humano. Persefone é a mulher psíquica, a rainha dos infernos, a investigadora dos mistérios da vida, a mulher que penetra as dimensões invisíveis da realidade. Na idade média estas mulheres foram perseguidas pois eram consideradas bruxas ou feiticeiras. A Persefone é a mulher que penetra as dimensões paralelas, percepciona as forças invisíveis que animam a vida. A ausência de Persefone é a “normal”, a mulher que não penetra os mistérios e as forças ocultas que animam a existência. O excesso de Persefone é a feiticeira que controla as forças ocultas e manipula através do poder psíquico que exerce sobre as outras pessoas. O último estágio de desenvolvimento desta função da psique feminina é o ser espelho – o ser que espelha para esta dimensão as realidades de dimensões invisíveis. Se uma mulher recusa investir um arquétipo, se inibe a sua expressão, de uma forma por vezes inconsciente, manifesta a sombra por ausência do arquétipo. Se ao entregar-se a um arquétipo, existe um investimento psíquico excessivo a pessoa é como que controlada pelo arquétipo em vez de o controlar, fazendo com que a sombra se manifeste por excesso. Os 7 triângulos dos arquétipos, sombra por ausência e sombra por excesso: Artemisia Athenas Guerreira Filosofa Competitiva Inerte, passiva Intelectoaloide, pedante Ignorante, superficial Hestia Demeter Mulher Sacerdote Mãe Fanática Dissolutiva Dominadora Ausente Persefone Hera Intuitiva Esposa Feiticeira Normal Fada do lar Insensível Afrodite Amante Ninfomaníaca Frigidez A Mãe do Mundo: A dinâmica coordenadora da mente e a força materializante do Éter Primordial A Mãe no Paraíso – Lux Aeterna – projecta-se através de Havona – os domínios do Filho – e preenche todo o universo com a Mente Divina. Depois transforma-se em éter primordial, a luz dinâmica que banha totalmente o espaço. A aventura criadora da Mãe é materializar no tempo e no espaço a perfeição de Paraíso-Havona. O tempo existe na medida em que existe uma distância vibratória, um diferencial entre a eternidade de Paraíso-Havona e a construção física, emocional, mental e civilizacional do Planeta. Quando a vibração de cada partícula está em ressonância com a sua contraparte eterna em Paraíso-Havona, o tempo suspende e a consciência contacta um sentimento de eternidade. À medida que a terra atingir a mesma vibração de Havona, o tempo terrestre é suspenso. A Mãe fornece a dinâmica de coordenação da mente e a força materializante do éter primordial que permite que os arquétipos presentes nas dimensões superiores sejam plasmados volumetricamente no espaço e nos corpos. O éter primordial é o termo utilizado em alquimia para aquilo que os indianos chamam Akasha – uma substância de luz cristalina que preenche e anima o espaço dinâmico. Ele é representado pelo Manto da Mãe, o Véu de Ísis, o agente dinâmico que permite a materialização da luz e opera o processo de consagração da matéria. Existem os 4 elementos – terra, água, ar, e fogo – e existe o 5º elemento, o Éter, o veículo de materialização através do qual actua a mente coordenadora da Mãe Divina. O éter é o véu da Mãe evoluindo no espaço, envolvendo os corpos, consagrando a substância. O éter primordial é a dança dinâmica da luz, o toque invisível das mãos da Mãe a plasmar o sagrado na matéria. À medida que um ser vai coordenando a dinâmica dos 4 elementos a partir da imensa força de coesão que é o éter, a unificação dos elementos acontece de uma forma integrada, alinhada com o projecto da Mente Divina. O éter primordial é um poder de materialização geográfica e espacial, é o agente dinâmico que permite que uma ideia abstracta possa ser plasmada na substância e no espaço dinâmico da atmosfera. Então a sequência é esta: a Mãe ligada ao 3º aspecto da Trindade, a Luz dinâmica, emana através do Paraíso, projecta-se no oceano mental cósmico e gera o veículo de materialização que é o éter primordial. O éter primordial não é uma realidade mental mas uma actividade electrónica, cristalina e operativa. A substância do éter traduz as ideias da Mente Divina, concretizando-as numa organização molecular, numa matriz vibracional acesa no espaço e na substância dos corpos. À medida que a matriz vibracional do éter primordial é reconstituída são restaurados os circuitos electromagnéticos sensíveis que religam cada partícula da nossa mente ao circuito da Mente da Mãe Divina. Quando a substância está imersa no imenso oceano da mente cósmica, cada partícula mental, emocional e física está sintonizada com o projecto que a Mãe procura operacionalizar na humanidade. O circuito da Mãe Divina tem a seguinte sequência: o Espírito Santo, o Paraíso, a Mente Cósmica, o Éter Primordial, a partir do qual se formam os 4 elementos, enquanto extensões do poder dinâmico da Mãe Divina. O éter primordial é a substância que organiza, harmoniza e integra os 4 elementos; é a substância que simplifica, que cria as condições do retorno do complicado ao simples, do caótico à ordem, da densidade à vibração cristalina, da inércia à criatividade, da fragmentação à síntese. A Mãe do Mundo é um posto específico dentro da hierarquia. No sector Terra a Mente directora universal gera a Mente directora planetária, o aspecto executivo, activo, dinâmico e criativo do Logos Planetário. O sector planetário da Mente Cósmica adapta a mente do universo num projecto evolutivo para a Terra. O ponto terminal do sector da Mãe Divina para o nosso planeta chama-se a Mãe do Mundo. É a entidade que filtra e adapta a informação da Mente Divina no que diz respeito ao plano Divino para a Terra. A partir desta concepção do projecto Divino para a Terra, a Mãe do Mundo coordena o processo de materialização e desmaterialização da imagem sagrada de Paraíso-Havona na Terra; observando, ajustando e adaptando minuciosamente o grau em que a Terra Celeste pode interceptar-se com a Terra Terrestre. O olhar lúcido e compassivo da Mãe constantemente adapta a sua acção em função de quanto da esfera celeste se pode fusionar com a esfera terrestre? A vibração Trina para a Terra assiste ao processo terrestre que tende para criar graus cada vez mais profundos de intersecção entre a matriz do Paraíso-Havona e a matriz da substância terrestre. O trono da Mãe do Mundo tem a sua sede operativa no Coração de Cristal, o sincronizador cristalino no centro da Terra. Este coração é um biocomputador que rege toda a vida da matriz terrestre, a matriz de Sandalphon. É o grau de ajuste entre a potência descendente de Metatron e a matriz de suporte de Sandalphon, na qual a imagem sagrada da terra é projectada que define o grau de materialização da realidade do Paraíso na terra. Esse processo, gerido pela acção da Mãe do Mundo, é essencial para a consagração do ser humano e da existência da Terra. O Pai é verdade e vontade. O Filho é amor. A Mãe é luz, clareza, transparência mental, coordenação do projecto, agente do Paraíso. O Paraíso é beleza, harmonia e estrutura, é a fonte de toda a beleza formal. A energia da Mãe do Mundo ancora no biocomputador de cristal no centro do planeta. A vibração do cristal não é nem espírito nem matéria, é uma 3ª vibração. O cristal é a representação da geometria pura que subjaz ao éter primordial. Estruturas cristalinas e geométricas são os condutos que permitem que a energia do espírito se materialize na substância. O trono operativo da Mãe do Mundo é um sincronizador, um gestor de recursos, um adaptador, uma tremenda estrutura cristalina feita de linhas geométricas de um branco-azul, que realmente existe no éter dos planos internos da Terra. A sede da Mãe do Mundo, como consciência e diálogo, é Miz Tli Tlan nos Andes peruanos e tem dois pontos de emergência na superfície do planeta: o Lago Titicaca e Machu Pichu, onde irradia um oceano vibracional de um branco-azul cristal, o éter primordial, a vibração original da Mãe Divina e a sua potência de gestão do processo de materialização. O caminho de acesso e de conexão ao Microtron, o trono operativo da Mãe no coração da Terra, é o caminho que permite a sincronização de cada partícula da substância mental, emocional e física com a sua contraparte de radiação sagrada. Existe um caudal directo que religa o coração de cristal com pontos de irradiação na superfície: Ibis (Brasil) e Ibera (Argentina), centros que funcionam como poços directos para o Coração de Cristal no centro da terra. A Laguna em Ibera, no sul da Argentina é uma das bocas centrais directamente ligadas ao coração de cristal. A Mãe é a dança dinâmica da luz que evolui no espaço intensa, lúcida, adaptativa, vive procurando uma intersecção cada vez mais profunda entre duas esferas: a esfera psíquica, física, emocional e mental, a substância da terra vermelha que traz em si o registo evolutivo da psique arcaica universal – cada vez mais intimamente entrelaçada e inteligentemente coordenada com o projecto da Mente Universal – a Lux Aeterna. É a dança dinâmica da luz da Mãe que activa o éter primordial e permite que as imagens arquetípicas se vão gradualmente plasmando na malha da matéria. A dança da Mãe canaliza, organiza, coordena, procura a operacionalização do projecto de Lux Aeterna, a sua materialização na matriz da substância.

André Louro de Almeida 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O Vértice Ashtar



O discípulo vê
a superfície limpa.

O iniciado vê
um grão de poeira 
sobre a superfície. 

O Mestre vê grãos 
de poeira sobre 
o grão de poeira. 




Muitas vezes, na década de 80, ocorria-me anotar impressões de natureza espiritual assinadas pelo misterioso nome de ESTES. Levei alguns meses a compreender que os “e” eram “A” e que o “s” final era um R, formando a palavra Astar.
Nesses momentos, o quarto onde trabalhava era preenchido com uma presença imensa, simultaneamente doce e firme, que alterava inclusive a luminosidade do ar.
A principal experiência, ao nível do sentimento e da psique, era a certeza de pertença, combinada com um eclipsar completo de dúvidas, ansiedades e enublamento mental.
A preparação para a transformação da consciência terrestre é impulsionada não só pela Hierarquia da Terra mas pela união de múltiplas Hierarquias que se encontram coligadas em uma frente de resgate, um conselho interplanetário de planetas.
Esta coligação de mundos sagrados aproxima-se da órbita terrestre sob a égide de um alto comando, cujo heirónimo é ASHTAR.
Este comando sincroniza a tarefa iniciática dos Centros Internos da Terra com as correntes ascendentes do Cosmos, interligando a aura dos grupos espirituais compostos por seres humanos da superfície do planeta com vórtices extraterrestres de tracção espiritual, num alinhamento que se eleva até à mente sideral de Eloham/Eloha.
O Comando Ashtar opera como o alto vértice de conexão entre a nossa humanidade e os mundos irmãos que se mobilizam para a dissipação definitiva da egrégora mental em que o planeta se encontra aprisionado. Cruzando a órbita da Terra em Vasos de Luz, Interdimensionais, a Hierarquia Ashtar realiza uma ignição dos éteres superiores, desvcongestionando a atmosfera psíquica colctiva e permitindo a penetração de correntes de energia crística, corrente com usam essas passagens no contínuo espaço-temporal do planeta para mais facilmente se introduzirem na consciência humana.
O Comando Ashtar é composto por consciências emanadas directamente do campo arcangélico em união com consciências humanas glorificadas que, sob o alento de Cristo Miguel, ascenderam em etapas anteriores da evolução, noutros sistemas evolutivos.
Ashtar Sheran, emanação do Arcanjo de Miguel no plano Espiritual, é um ser definido. Tem personalidade, história evolutiva própria, é interlocutor racional junto ao pensamento humano e tem volição independente dos circuitos automáticos da manifestação divina.
Sob o seu comando actuam enxames inteiros de vasos de luz e naves interdimensionais. Era-nos comunicado que este Comando tinha certas zonas da Europa sob a sua assignação e que complementava as aproximações ditas marianas á consciência humana, preparando o campo vibracional na área de contacto e em torno dos seres-contacto para a plasmagem de figuras sacerdotais femininas ligadas à cidade intraterrena de UR (e.r.k.s.) e ao Reino de Lys.
Ashtar Sheran porta consigo o mandato de Eloham/Eloha para a regeneração deste mundo. Na sua aura vibra a energia crística pura, pois a sua consciência e manifestação está estabilizada, em Glória, no nível do Adão Primordial, sendo Ashtar uma expressão directa do arquétipo para a evolução da Humanidade.
A aura e o campo magnético das futuras zonas radiantes da Terra, ilhas de protecção em caso de crise aguda da nossa civilização, é imantada com o alento do Espírito Criador Eloham/Eloha a partir de Vasos Interdimensionais em órbita da Terra.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Os Vasos de Luz



Se o Discípulo 
desconhece o Fogo 
é, para ele, 
tempo de Oração. 
Mas se o Discípulo 
conhece o Fogo então 
chegou o tempo 
da União. 




OS VASOS DE LUZ

Acordei a meio da noite com um impulso, que vindo dos níveis internos do meu ser, e produzindo uma activação especial no meu coração, estava permeado por uma qualidade estética. Escrevi então um poema: 

Lembramo-nos dos antigos 
nomes dos pássaros. 

Eram nomes vítreos, opulentos, nomes 
em forma de esfera, nomes aerodinâmicos. 

O Céu tem conchas de hidrogênio 
nas mãos das nuvens. 
A harpa do nosso coração disse-o. 

Vi a criança do novo tempo descer 
a escada-diamente. 
Ela tinha um colar feito das nações 
desconhecidas. 

Cada pérola uma língua. 
Cada língua um fogo. 

Conchas nas mãos das nuvens 
- lucidez de hidrogênio. 
Para onde vamos? 
Rumo ao abismo de cristal. 

Porquê? 
Porque conhecemos o antigo 
nome dos pássaros. 

A primeira língua. 

O processo de despertar sincronizado das cinco radiações superiores ao nível planetário implica que certas regiões geométricas as recebam e ancorem. 
Certas nações, que chegavam à minha consciência como as Nações Sacerdotais, têm como desígnio e programa interno ancorar estas radiações superiores no campo etérico da Terra. 
Os Portais funcionam como centros sincronizadores que facilitam o translado e ancoramento das novas freqüências vibratórias no campo etérico da Terra e no corpo etérico da humanidade. 
Nestes locais estão a ocorrer processos de aceleração vibratória formando-se, na matriz etérica da Terra um Cálice, uma malha permeável e receptiva que, no futuro receberá o ancoramento destas cinco radiações superiores. 
Existe uma malha de Portais em cada Nação Sacerdotal. Em Portugal existem 21 Portais em fase latente. 
A tarefa das Nações Sacerdotais é a de reconstituir a Tradição Primordial e de restabelecer as Escolas de Mistério. 
As Escolas de Mistério são repositórios do Fogo Sagrado e da Eterna Sabedoria. São centros de manifestação, na superfície da Terra, nos quais é contactada, transmitida e partilhada a realidade vibracional e o programa interno dos centros infra-terrenos. 
No interior das zonas portal, integrando grupos de trabalho, operadores humanos terão a tarefa de funcionar como Elos para o ancoramento e estabilização destas radiações no corpo etérico da Terra e sua transmissão aos outros seres humanos, seus irmãos, sendo essenciais a pureza da sua motivação e uma equilibrada combinação de Amor fraterno e Visão do Futuro. 

O seu serviço consiste em: 

· Reconhecer a porta para os Mundos Internos 
· Unir-se com a vibração da Porta 
· Ser fiel à Porta 
· Estabilizar-se à entrada da Porta 
· Anunciar a Porta 
· Receber os Peregrinos 

A transformação da mente colectiva, inspirada primeiro e impulsionada depois por uma radiação outorgada por esferas superiores é possível em certas zonas do mundo, desde que os indivíduos coligados com essa acção assumam a sua parte dentro de um plano maior. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Cura pelo Fogo Interno: As Mãos, O Olhar e A Voz - Parte II




2. 

Na conferencia de hoje vamos continuar a falar, em níveis muito profundos, do que pode significar neste momento, neste planeta, a energia de Virgem. 

Quando LYS surgiu na nossa consciência, em 1989, o sentimento que existia era como se o futuro quisesse assimilar o passado e o presente ao mesmo tempo. Existiu obviamente um impacto sentimental, afinal uma boa parte do nosso ser continua suspensa entre mundos... 

A possibilidade do encontro e da união como essa parte do nosso ser que, temos vindo a chamar o piloto do Paraíso, a Mónada, é o eixo crucial de toda a existência. 

Um dos impactos que essa partícula Lys produzia era a sensação de futuro, o sentimento do encanto fulminante do futuro vir ao encontro do presente. Na altura perguntamos à guardiã de Lys, Auriahne, o que a palavra Lys significava nos mundos internos, ao que responderam: “Significa simultaneamente fonte e água.” 

Foi-nos dito também que Lys continha o arquétipo síntese do ser humano, que existem arquétipos para todos os aspectos do nosso ser, isto é, cada aspecto do nosso ser é uma espécie de embaixador nesta dimensão, de uma raiz arquetípica guardada noutra dimensão: o nosso coração é o embaixador nesta dimensão de uma raiz noutra dimensão, a nossa mente é a embaixatriz da dimensão mental de uma raiz noutra dimensão, o nosso corpo emocional é uma embaixada da dimensão emocional de uma raiz noutra dimensão. Se nós pudéssemos, de uma forma fenômeno-lógica, seguir até á raiz entraríamos naquilo a que se chama correntes de sustentação do sistema. 

A sede maior do nosso sistema encontra-se em Sírius, é daí que partem as grandes correntes que sustentam o sistema ao qual a Terra pertence. Estas correntes operam no sentido complementar à evolução, elas são o antídoto do processo da natureza. A natureza é vida mas também morte, a natureza é bela mas frequentemente é cega, ela é a nossa irmã e a nossa mãe, é a pele, a superfície de um grande esforço cósmico para se chegar ao Divino. 

Sírius envia em direcção à Terra 12 Raios que são as correntes de sustentação da vida, como véus indescritíveis nos quais os mundos são bordados. Cada mundo é como uma rosa bordada num véu como um ornamento bordado num imenso véu, tecido pelas correntes de sustentação do sistema dos mundos ao qual a Terra pertence. Estas correntes de sustentação têm a sua origem Sírius e Sírius por sua vez é bordado noutro véu que tem a sua origem nos grandes portais para o Paraíso a que chamam Órion. A Terra é um planeta que está bordado num véu que por sua vez está conectado com a relação polar Sírius-Plêiades. 

A Bíblia começa com a referência a um jardim, esse jardim ou realidade edênica é descrito como um círculo com um centro onde existe uma fonte; junto a essa fonte está a Árvore da Vida a partir da qual divergem quatro rios em direcção ao mundo. No final da Bíblia, em vez do círculo, aparece um quadrado que desce sobre a Terra. Este quadrado no ocidente chama Jerusalém Celeste – também contém um centro e no interior está a Árvore da Vida e a ela estão ligados quatro rios, tal como no Jardim do Éden. 

Em ambos os casos a Árvore da Vida está ao pé de uma fonte, só que no caso do Jardim do Éden as correntes estão a sair num movimento divergente em direcção ao mundo e no caso dos rios da Jerusalém Celeste as correntes estão a entrar num movimento de convergência rumo ao centro. O movimento da água é inverso; podemos dizer que a água que sai da fonte junto à árvore, no início do ciclo humano, representa a dádiva da água para os mundos e a água que entra na fonte, no final do ciclo humano, representa o retorno dos mundos ao centro. 

No primeiro jardim existe uma árvore e uma fonte que emana através dos quatro rios e no segundo jardim existe quatro rios que retornam à fonte – representando a potência das nações, a carga psíquica das nações a regressar à sua raiz, a sua fonte. Tanto a fonte como a árvore são quase coincidentes e têm a ver como a palavra raiz – “radix”. 

Entre o Jardim do Éden e a Jerusalém Celeste passa-se todo o ciclo humano, aquilo que Sri Aurobindo chamava “The Human Cicle”. O Jardim do Paraíso, onde se dá o início do ciclo, é o lugar de unidade de todas as coisas ainda não diferenciadas. Isto significa que no interior desse campo, as correntes de sustentação do sistema nas quais o mundo está bordado são mais importantes, tem mais presença do que o próprio mundo. 

É a isto que se chama o estado primordial do ser humano, a consciência Adamica original, na qual as correntes de sustentação do sistema são mais legíveis, mais presentes do que o próprio mundo, do que a corrente sensorial que confirma a materialidade do mundo. 

As correntes de sustentação do sistema, cuja raiz é a fonte de Sírius, sobrepõem-se na experiência da vida, às correntes menores planetárias – aas correntes de Gaia, as correntes dos sentidos, as correntes dos ciclos humanos, do espaço e do tempo – sobrepõem-se porque são mais fortes. É essa força maior que representa a saída, o movimento divergente da água da Árvore da Vida, a partir das quatro direcções em direcção a todo o planeta. Este imenso véu de uma luz branco cristalino, no qual o planeta está bordado e no qual estão inscritas as correntes de sustentação da vida, é aquilo a que se chama o éter primordial ou a Virgem. 

A evolução humana e terrestre representa a passagem deste jardim circular, no início do ciclo – que tem como principal alegoria elementos botânicos como plantas, sementes, frutos – para a condição da consciência do ser no fim do ciclo, a Jerusalém Celeste, que é cúbica e tem como principal alegoria os minerais topázios, diamantes, ouro, ametistas, rubis... Então tempos este círculo botânico de onde a água sai e depois o quadrado mineral para onde a água retorna. Podemos dizer que no início, na condição adâmica original o véu predomina sobre o bordado. 

Durante todo o ciclo humano as correntes que saem do Jardim do Éden levam o homem a explorar o bordado e a conhecer todos os seus estados; este é o processo histórico e cultural ligado ao movimento divergente das águas para fora do Paraíso. A Jerusalém Celeste corresponde ao processo de retorno, o movimento convergente das águas em direcção ao centro. 

Estamos a falar da energia de Peixes e de Virgem, simbolizados por um cubo que representa ambas as energias perfeitamente fundidas: Peixes, a energia da unidade e Virgem, a energia da precisão; precisão que em espiritualidade se chama pureza. Depois de cumprido todo o ciclo humano, a precisão faz todo o sentido pois é o resultado e a condição indispensável para a construção do vaso ou do cálice de recepção que poderá ancorar a Cidade Celeste. 

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